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"Casa dalmada" - Livro do Armeiro-mor


Brasão d´armas da Casa d´Almada, constante no livro do Armeiro-mor, por João do Cró ou João du Cros (folha 60 verso). 

Este códice iluminado foi mandado fazer por D. Manuel I que, no início do séc. XVI,  fixou os brasões existentes no uso das armas. 

Está Torre do Tombo, em Lisboa, e pertencia à livraria particular d´El-Rei D. Carlos. 

D. António Caetano de Sousa atribuiu as iluminuras ao mestre Arryet.


Dom Luiz Francisco de Almada e "Viver no Campo".


Em dia combinado tivemos o gosto de conhecer a simpática Joana Leitão de Barros e sua fabulosa equipa para a entrevista, ao meu saudoso pai, aqui no Paço de Lanheses, que é esta (publicada na revista "Viver no Campo, n.º 4, em Setembro de 1997):






Família Abreu-Coutinho e Almada - Páscoa 2010



Encontro anual com os nossos tios e primos direitos Magalhães de Abreu-Coutinho:

Luísa Castelo-Branco, Madalena Castelo-Branco, Manuel Castelo-Branco, José Luís Castelo-Branco, Mariana Vaz de Almada, Maria Rita de Abreu Coutinho, Madalena de Abreu Coutinho G.Graça, Ana de Abreu Coutinho, Miguel Vaz de Almada, Simão Castro Saraiva, Teresa Principe Almada, Jorge Leal Barreto, Ana de Sousa Coutinho,António De Abreu Coutinho, José Gagliardini Graça, Joao Abreu Coutinho, Salvador Vaz de Almada, Frederico Villar, Luís Manuel de Almada, Tiago Magalhães S. Oliveira,Mafalda de Abreu Coutinho, Catarina Vaz De Almada, Maria Vaz de Almada, Leonor de Abreu Coutinho, Maria Vaz de Almada, Rita Abreu Coutinho, João De Abreu Coutinho,Carolina Soares de Oliveira, Catarina Gagliardini Graça, Francisco Vaz de Almada, Diogo Principe, José Vaz de Almada, Madalena Burnay, Paula de Almada, Inês Castro Saraiva, Filipa Santos Silva, Lourenço Almada, Rita Almada, Maria Rita de Abreu Coutinho Castelo-Branco, Maria Isabel de Abreu Coutinho de Almada, Carlos Gagliardini Graça e Nuno Pedrosa (em baixo)




Um excelente contributo para a História de Lanheses

Edição "Notícias da Frontera",29 de Março de 2010 - ano VI - n.º 59 - assunto:
Artigo recente e muito bem pesquisado sobre este nosso concelho extinto e história dele decorrente, incluindo alguns bem curiosos factos de então que, julgamos nós, são de enorme interesse não só para a família Almada ou local, mas também para muitos de vós:

Mais uma Alma que segue para o Céu

Sexta-feira soubemos, com muita tristeza, que às 11h da manhã tinha falecido o nosso tio “Zé Amorim” (José Amorim Ferreira c.c. tia “Queta”, Maria Henriqueta Vaz de Almada Amorim Ferreira, irmã do nosso querido pai.)
Essa notícia deixa-nos com uma imensa saudade também pela sua carismática figura, de uma rectidão a toda a prova, de uma dureza não áspera de difícil quebrar e de uma invulgar inteligência, e por fazer todos os esforços ao seu alcance por manter a “família Almada” unida e ter trabalhado incansavelmente em prol desta.
Nós, sobrinhos, vamos igualmente recordá-lo por um “divertido” episódio que aconteceu num dos nossos vários encontros festivos na Quinta dos Lagares d´El-Rey, em Lisboa, que se tem mantido na Casa Almada desde o séc. XV. Em que, “maliciosamente”, assistimos em silêncio este tio a servir-se por engano de maionese, julgando serem natas batidas, cobrir o seu prato de morangos e a comer tudo, sem sequer “pestanejar” uma vez que fosse, mantendo até ao fim uma postura de grande dignidade.
Deus guarde em paz a sua alma.

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