Mostrar mensagens com a etiqueta publicações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta publicações. Mostrar todas as mensagens

Dom Luiz Francisco de Almada e "Viver no Campo".


Em dia combinado tivemos o gosto de conhecer a simpática Joana Leitão de Barros e sua fabulosa equipa para a entrevista, ao meu saudoso pai, aqui no Paço de Lanheses, que é esta (publicada na revista "Viver no Campo, n.º 4, em Setembro de 1997):






Rhododrendon Secular, no Paço de Lanheses

O nosso amigo “lanhesense” Remígio Costa ao longo dos anos da sua papelaria (hoje com outro proprietário) assistia ao desabrochar desta fantástica e invulgar árvore pelo seu tamanho e beleza das sua flores.
Hoje, já distante dessas lides ao balcão, com um merecido descanso e mais disponível para outros horizontes, resolveu criar um simpático blogue onde aborda assuntos contemporâneos, regionais e locais.
Muitos deles sobre Património e Natureza, ao que se nota que é sensível e entendido.
É precisamente num desse artigos que, felizmente para nós, se lembra de escrever sobre esta espécie que tanto o impressionava.
Ao qual gostaria chamar aqui a atenção para o mesmo e, em especial, para os trechos do texto que seleccionei:
“Um arbusto de porte raro para a espécie, em avançado estado de decrepitude, resiste ao tempo e continua a florescer, sob as copas frondosas de duas imponentes magnólias, no jardim da Casa do Paço, da família dos Condes de Almada, ao Largo Capitão Gaspar de Castro … em Lanheses”.
“Sendo uma planta que, no seu normal desenvolvimento pode chegar aos 60-70 cm, (raramente atinge três metros de altura), os ramos desta que aqui divulgamos terá os seus galhos a cerca de dez metros do solo”.
“A curiosidade maior deste arbusto reside, não apenas no seu tamanho descomunal para a espécie mas, principalmente, na sua longevidade, quiçá de alguns séculos”.
“O jardim da Casa do Paço é um espaço privado mas a simpatia e disponibilidade dos seus actuais proprietários permite obter fácil acesso ao recinto, onde existem outras árvores frondosas e muito antigas.
Refira-se que, bem perto deste ancestral arbusto, está implantado o velho pelourinho, símbolo da freguesia de Lanheses, bem menos idoso mas não de menor valor”.


Referencias Bibliográficas importantes ao Paço de Lanheses

---
"Solares Portugueses", de Carlos de Azevedo, Livros Horizonte, 1963 ( ou 2.ª edição 1898).

"Casas com Tradição em Portugal", de Jorge Pereira de Sampaio, Estar, Lisboa, 1998.

"Nova Carta Chorografica de Portugal", de Marquês de Ávila e Bolama, composto e impresso na Imprensa Lucas, Lisboa, 1914, pág. 436-439.

"a Caminho de Santiago", de Lourenço J. de Almada, Lello Editores, Porto, Jan. 2000, pág. 117-118.

"Casas Senhoriais Portugueses, I Viagem de Estudo do IBI", de Francisco de Azeredo, Setembro de 1978, pág. 73.

"Casas Senhoriais Portugueses, Roteiro Viagem de Estudo do IBI", de Francisco de Azeredo, Setembro de 1986, pág. 55.

Viana de Outros Tempos e Sua Gente Através da Memória de Porto Pedroso, Arquivo do Alto Minho, volume IV da 2.ª Série (XIV) Tomo I, Viana do Castelo, 1965, pág. 38-43

---

"a Caminho de Santiago", edição Lello, e o Paço de Lanheses























Extracto do livro "a Caminho de Santiago, O Roteiro do Peregrino", por Lourenço José de Almada (conde de Almada), Lello Editores, Janeiro de 2000

Crachá do Facebook

Seguidores

BlogCatalog