Rhododrendon Secular, no Paço de Lanheses

O nosso amigo “lanhesense” Remígio Costa ao longo dos anos da sua papelaria (hoje com outro proprietário) assistia ao desabrochar desta fantástica e invulgar árvore pelo seu tamanho e beleza das sua flores.
Hoje, já distante dessas lides ao balcão, com um merecido descanso e mais disponível para outros horizontes, resolveu criar um simpático blogue onde aborda assuntos contemporâneos, regionais e locais.
Muitos deles sobre Património e Natureza, ao que se nota que é sensível e entendido.
É precisamente num desse artigos que, felizmente para nós, se lembra de escrever sobre esta espécie que tanto o impressionava.
Ao qual gostaria chamar aqui a atenção para o mesmo e, em especial, para os trechos do texto que seleccionei:
“Um arbusto de porte raro para a espécie, em avançado estado de decrepitude, resiste ao tempo e continua a florescer, sob as copas frondosas de duas imponentes magnólias, no jardim da Casa do Paço, da família dos Condes de Almada, ao Largo Capitão Gaspar de Castro … em Lanheses”.
“Sendo uma planta que, no seu normal desenvolvimento pode chegar aos 60-70 cm, (raramente atinge três metros de altura), os ramos desta que aqui divulgamos terá os seus galhos a cerca de dez metros do solo”.
“A curiosidade maior deste arbusto reside, não apenas no seu tamanho descomunal para a espécie mas, principalmente, na sua longevidade, quiçá de alguns séculos”.
“O jardim da Casa do Paço é um espaço privado mas a simpatia e disponibilidade dos seus actuais proprietários permite obter fácil acesso ao recinto, onde existem outras árvores frondosas e muito antigas.
Refira-se que, bem perto deste ancestral arbusto, está implantado o velho pelourinho, símbolo da freguesia de Lanheses, bem menos idoso mas não de menor valor”.


Família Abreu-Coutinho e Almada - Páscoa 2010



Encontro anual com os nossos tios e primos direitos Magalhães de Abreu-Coutinho:

Luísa Castelo-Branco, Madalena Castelo-Branco, Manuel Castelo-Branco, José Luís Castelo-Branco, Mariana Vaz de Almada, Maria Rita de Abreu Coutinho, Madalena de Abreu Coutinho G.Graça, Ana de Abreu Coutinho, Miguel Vaz de Almada, Simão Castro Saraiva, Teresa Principe Almada, Jorge Leal Barreto, Ana de Sousa Coutinho,António De Abreu Coutinho, José Gagliardini Graça, Joao Abreu Coutinho, Salvador Vaz de Almada, Frederico Villar, Luís Manuel de Almada, Tiago Magalhães S. Oliveira,Mafalda de Abreu Coutinho, Catarina Vaz De Almada, Maria Vaz de Almada, Leonor de Abreu Coutinho, Maria Vaz de Almada, Rita Abreu Coutinho, João De Abreu Coutinho,Carolina Soares de Oliveira, Catarina Gagliardini Graça, Francisco Vaz de Almada, Diogo Principe, José Vaz de Almada, Madalena Burnay, Paula de Almada, Inês Castro Saraiva, Filipa Santos Silva, Lourenço Almada, Rita Almada, Maria Rita de Abreu Coutinho Castelo-Branco, Maria Isabel de Abreu Coutinho de Almada, Carlos Gagliardini Graça e Nuno Pedrosa (em baixo)




Um excelente contributo para a História de Lanheses

Edição "Notícias da Frontera",29 de Março de 2010 - ano VI - n.º 59 - assunto:
Artigo recente e muito bem pesquisado sobre este nosso concelho extinto e história dele decorrente, incluindo alguns bem curiosos factos de então que, julgamos nós, são de enorme interesse não só para a família Almada ou local, mas também para muitos de vós:

Referencias Bibliográficas importantes ao Paço de Lanheses

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"Solares Portugueses", de Carlos de Azevedo, Livros Horizonte, 1963 ( ou 2.ª edição 1898).

"Casas com Tradição em Portugal", de Jorge Pereira de Sampaio, Estar, Lisboa, 1998.

"Nova Carta Chorografica de Portugal", de Marquês de Ávila e Bolama, composto e impresso na Imprensa Lucas, Lisboa, 1914, pág. 436-439.

"a Caminho de Santiago", de Lourenço J. de Almada, Lello Editores, Porto, Jan. 2000, pág. 117-118.

"Casas Senhoriais Portugueses, I Viagem de Estudo do IBI", de Francisco de Azeredo, Setembro de 1978, pág. 73.

"Casas Senhoriais Portugueses, Roteiro Viagem de Estudo do IBI", de Francisco de Azeredo, Setembro de 1986, pág. 55.

Viana de Outros Tempos e Sua Gente Através da Memória de Porto Pedroso, Arquivo do Alto Minho, volume IV da 2.ª Série (XIV) Tomo I, Viana do Castelo, 1965, pág. 38-43

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Mais uma Alma que segue para o Céu

Sexta-feira soubemos, com muita tristeza, que às 11h da manhã tinha falecido o nosso tio “Zé Amorim” (José Amorim Ferreira c.c. tia “Queta”, Maria Henriqueta Vaz de Almada Amorim Ferreira, irmã do nosso querido pai.)
Essa notícia deixa-nos com uma imensa saudade também pela sua carismática figura, de uma rectidão a toda a prova, de uma dureza não áspera de difícil quebrar e de uma invulgar inteligência, e por fazer todos os esforços ao seu alcance por manter a “família Almada” unida e ter trabalhado incansavelmente em prol desta.
Nós, sobrinhos, vamos igualmente recordá-lo por um “divertido” episódio que aconteceu num dos nossos vários encontros festivos na Quinta dos Lagares d´El-Rey, em Lisboa, que se tem mantido na Casa Almada desde o séc. XV. Em que, “maliciosamente”, assistimos em silêncio este tio a servir-se por engano de maionese, julgando serem natas batidas, cobrir o seu prato de morangos e a comer tudo, sem sequer “pestanejar” uma vez que fosse, mantendo até ao fim uma postura de grande dignidade.
Deus guarde em paz a sua alma.

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