Pedra d´Armas do portão e sua heráldica

Esta pedra de Armas, no portão do Paço de Lanheses, tem representados os seguintes apelidos:
Cirne ou Cyrne, Pereira, Peixoto e Castro. E ao centro, no "sobre-o-todo", também chamado "ponto-de-honra" ou "coração" tem o de Abreu.
Assim, coincidente com a data do fim das obras de melhoramento deste solar, das quais este muro que rodeia o terreiro da entrada seria das últimas fases, vemos que seria o brasão usado por: Sebastião de Abreu Pereira Cirne Peixoto, Senhor de Vila Nova de Lanheses e do Paço de Lanheses, Alcaide-mor de Ferreira, Comendador de da Ordem de Cristo. (O que está totalmente de acordo e em consonância da lógica que teria de pertencer ao filho morgado daquele que antes tinha dado o nome para o brasão d´armas, aqui igualmente abordado, colocado por cima das escadas principais, já dentro do referido terreiro) .

Pedra d´Armas da entrada e sua heráldica

Esta pedra de Armas, na escadaria da entrada do Paço de Lanheses, tem representados os seguintes apelidos:
Abreu, Castro, Brito e Pereira.
Assim, coincidindo com a data em que foi feito uma grande obra de remodelação deste solar, depreende-se que seria o brasão usado por: Francisco de Abreu Cirne Pereira de Brito, Senhor do Paço de Lanheses, Comendador da Ordem de Cristo e Governador do castelo de Viana do Castelo.

- http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=210561

Peregrinação de grupo de jovens - Lanheses a Santiago - 2010

Três vídeos da Peregrinação Compostelana que um grande grupo de jovens de várias nacionalidades, Espanha, Itália e Portugal, assistidos por padres missionários claretianos, fez desde a freguesia de Lanheses a Santiago de Compostela, no ano de 2010.
Dormiram na Escola do Secundário C+S de Lanheses, atravessaram o Rio Lima, no Lugar da Passagem em Geraz do Lima, visitaram o Paço de Lanheses onde tiraram uma fotografia geral que aqui se pode ver, em dois deles, e depois seguiram o percurso indicado no livro "a Caminho de Santiago", editado pela Lello, até Santiago depois de cruzar Vigo.




http://claretgazteak.wordpress.com/2010/07/22/la-pastoral-juvenil-claretiana-en-el-camino-de-santiago/
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Paço de Lanheses - Património Nacional

Discrição e etapas preparadas pelo IGESPAR - instituto de gestão do património arquitectónico e arqueológico(ex IPPAR)
*Quinta e Paço de Lanheses, outra designação é Solar de Lanheses
Situação Actual
Em Vias de Classificação
Teve:
- Despacho de abertura de 9-07-1993 do Vice-Presidente do IPPAR.
- Proposta de 12-09-2005 da DRPorto.
- Parecer favorável de 23-04-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P. (em vigor após publicação no DR), que diz o seguinte:
" que ao Paço de Lanheses se reconhece valor cultural que lhe confere uma importância qualificativa no âmbito do património Português. Isto é, como testemunho identifica uma memória histórica-social que representa uma corrente arquitectónica, artística que se destaca no contexto nacional pela sua exemplaridade, e porque ao longo do tempo, conservou os seus valores originais, de autenticidade e integridade.
(resumindo) O Paço de Lanheses tem um significado cultural que é memória e identidade Portuguesa."

Dom Luiz Francisco de Almada e "Viver no Campo".


Em dia combinado tivemos o gosto de conhecer a simpática Joana Leitão de Barros e sua fabulosa equipa para a entrevista, ao meu saudoso pai, aqui no Paço de Lanheses, que é esta (publicada na revista "Viver no Campo, n.º 4, em Setembro de 1997):






"Campo de Fora" em Lanheses


Em lavoura no "Campo de Fora" do Paço de Lanheses, ao fundo.
Praticado nesse dia, há cerca de 3 anos, pelo nosso caro "João caseiro" - João Malheiro - com amor e carinho pela "sua" terra como só ele tinha e a família ainda tem.
Bem-haja e saudade. Lourenço d´Almada

Rhododrendon Secular, no Paço de Lanheses

O nosso amigo “lanhesense” Remígio Costa ao longo dos anos da sua papelaria (hoje com outro proprietário) assistia ao desabrochar desta fantástica e invulgar árvore pelo seu tamanho e beleza das sua flores.
Hoje, já distante dessas lides ao balcão, com um merecido descanso e mais disponível para outros horizontes, resolveu criar um simpático blogue onde aborda assuntos contemporâneos, regionais e locais.
Muitos deles sobre Património e Natureza, ao que se nota que é sensível e entendido.
É precisamente num desse artigos que, felizmente para nós, se lembra de escrever sobre esta espécie que tanto o impressionava.
Ao qual gostaria chamar aqui a atenção para o mesmo e, em especial, para os trechos do texto que seleccionei:
“Um arbusto de porte raro para a espécie, em avançado estado de decrepitude, resiste ao tempo e continua a florescer, sob as copas frondosas de duas imponentes magnólias, no jardim da Casa do Paço, da família dos Condes de Almada, ao Largo Capitão Gaspar de Castro … em Lanheses”.
“Sendo uma planta que, no seu normal desenvolvimento pode chegar aos 60-70 cm, (raramente atinge três metros de altura), os ramos desta que aqui divulgamos terá os seus galhos a cerca de dez metros do solo”.
“A curiosidade maior deste arbusto reside, não apenas no seu tamanho descomunal para a espécie mas, principalmente, na sua longevidade, quiçá de alguns séculos”.
“O jardim da Casa do Paço é um espaço privado mas a simpatia e disponibilidade dos seus actuais proprietários permite obter fácil acesso ao recinto, onde existem outras árvores frondosas e muito antigas.
Refira-se que, bem perto deste ancestral arbusto, está implantado o velho pelourinho, símbolo da freguesia de Lanheses, bem menos idoso mas não de menor valor”.


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